Miúdos a votos! | A lista de livros!

Já foram apurados os livros propostos em cerca de 700 escolas do país por alunos de todos os ciclos de ensino.

Os alunos do 2.º Ciclo da EB 2,3 Alice Gouveia vão participar nesta iniciativa e a campanha eleitoral terá início a 28 de janeiro. A votação realizar-se-á a 15 de março na biblioteca escolar!

 

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Semana de comemoração dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos | 1.º ciclo

Os alunos das turmas do 1.º e 2.º anos  visitaram a Biblioteca Escolar da EB Quinta das Flores, para relembrarem, mais uma vez que este ano realizam-se as comemorações dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e depois da leitura de alguns artigos, tiveram ainda, a possibilidade de ver de ver a curta-metragem “Parcialmente nublado” da Disney & Pixar Animación sob a direção de  Peter Sohno, que mostra a vida de uma cegonha que tem a missão de levar os bebés, mesmo os mais perigosos à sua família, celebrando assim a vida e honrando o direito à vida!

Vamos ver?

 

Após a visualização do vídeo todos os alunos foram convidados a participar na atividade “ser uma nuvem”, e esculpirem , através de um papel, usando a imaginação, utilizando a cor, desenhando, um bebé (criança ou o animal preferido).

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Como é bom criar,  e ler, as palavras e as imagens!

Semana de comemoração dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos | 1.º ciclo

Os alunos das turmas do 3.º e 4.º anos  que tiveram a oportunidade de visitar a Biblioteca Escolar da EB Quinta das Flores, relembraram, mais uma vez que este ano realizam-se as comemorações dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e depois da leitura de alguns artigos, tiveram ainda, a possibilidade de ver de ver o vídeo da música brasileira “Aquarela” de Toquinho, que celebra a vida de uma forma criativa e entusiástica!

Após a visualização do vídeo todos os alunos foram convidados a participar na atividade “escrito em aguarela”, a “olhar” o futuro, através de um papel, usando a imaginação, utilizando a cor, desenhando, a terra, o mundo e os direitos de todos nós!

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Como é bom ler e conseguir decifrar o mundo!

12 de dezembro de 2018 | Oficina “Aníbal Milhais, Um herói chamado Milhões”

No próximo dia 12 de dezembro, realizar-se-á na Biblioteca Escolar da EB 2,3 de Ceira uma sessão/oficina dinamizada pelo ator Diogo José Marques Carvalho  intitulada “Aníbal Milhais, um herói chamado Milhões”, no âmbito da comemoração do Centenário do Armistício da I Guerra Mundial. Terá o seu início às 12 horas e o público-alvo é uma turma de 6.º ano.

Salientamos que Diogo Carvalho, produtor artístico e professor de teatro, dará voz a Aníbal Milhais, soldado de baixa estatura mas de alta valentia, facto que lhe valeu o cognome de Milhões, pelo seu heróico desempenho na I Guerra Mundial, mais precisamente na Batalha de Lys. Homem de coragem invulgar e de fé inabalável elevou alto o nome de Portugal: «Ali ficou, pronto para tudo, até para morrer por aquilo em que acreditava». Esta é uma iniciativa da Imprensa Nacional-Casa da Moeda desenvolvida a partir da coleção “Grandes Vidas Portuguesas”, edição Pato Lógico, dedicada às vidas de personalidades que se destacaram em vários domínios da nossa história.

10 de dezembro de 2018 | 70 Anos da DUDH | Blogue [sobre] direitos humanos

 

No ano em que se realizam as comemorações dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e dos 40 anos da ratificação portuguesa da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, a Biblioteca Escolar Coimbra Sul criou um blogue sobre a temática (Basta clicarem aqui!)com o objetivo de agregar de forma mais eficaz recursos e atividades desenvolvidas neste âmbito, nos diferentes anos de escolaridade.

 

Sugestão:

Clicando em Recursos, terão já ao vosso dispor alguns sítios, documentos de referência com propostas de atividades a realizar e algumas já efetuadas neste ano letivo colaborativamente com a BE.

 

Contempla igualmente alguns textos multimodais sobre a temática e visa também reunir os produtos realizados pelos alunos ou a realizar e que reflitam diferentes leituras sobre a temática.

 

Como a partilha é um dos nossos direitos e deveres, a BE partilha hoje os recursos sugeridos pelo Plano Nacional de Leitura, lembrando, com eles o  Direito à Leitura!

 

Dos recursos sugeridos :  clique AQUI .

 

Jovem sueca lança movimento de defesa do planeta – Ambiente – RTP Notícias

Fonte: Jovem sueca lança movimento de defesa do planeta – Ambiente – RTP Notícias

Amnistia Internacional | Maratona de cartas | BE Alice Gouveia

A Biblioteca Escolar participa este ano na Maratona de Cartas 2018 que decorre no último trimestre deste ano e terminará a 31 de janeiro e que está aberta a toda a comunidade educativa. Na EB 2,3 de Ceira já temos muitas assinaturas! Na biblioteca escolar da escola sede ou na sala de professores, esperamos a vossa participação. Conheça esta iniciativa!

O QUE É A MARATONA DE CARTAS?

Todos os anos, durante o último trimestre, a Maratona de Cartas mobiliza mais de cinco milhões de pessoas em todo o mundo para que assinem cartas em prol do fim das violações de direitos humanos.

É o maior evento de ativismo da Amnistia Internacional e decorre todos os anos durante o último trimestre.

Com a Maratona sensibilizamos para um conjunto de casos selecionados, o que poderá resultar numa melhoria das condições de vida para os defensores de direitos humanos. A Maratona de 2017  voltou a bater recordes de participação nacional e internacional: graças a si conseguimos enviar 308 750 assinaturas de Portugal! Todas estas assinaturas foram enviadas, tendo-se  contabilizado mais de 5 milhões de apelos, oriundos de cerca de 70 países diferentes.

Visite a página da Amnistia Internacional e conheça os 5 casos selecionados para este ano: Atena Daemi – Irão; Marielle Franco – Brasil; Geraldine Chacón – Venezuela;  Nonhle Mbuthuma – África do Sul e Vitalina – Koval – Ucrânia.

ATENA DAEMI – Irão | Presa por se manifestar contra a pena de morte

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O que está em causa:
Abolição da pena de morte; liberdade de expressão; liberdade de reunião; tortura; julgamento injusto
Tal como tantas outras pessoas, Atena Daemi sonha com o fim da pena de morte no Irão. Criticou o recorde de execuções do país nas redes sociais, distribuiu panfletos e participou num protesto pacífico contra a execução de uma jovem mulher, entre outras ações. Inacreditavelmente estas simples ações foram usadas como “provas” para a condenar a sete anos de prisão. O seu julgamento demorou apenas 15 minutos e, já na prisão, foi alvo de ataques violentos e degradantes. É mais um exemplo cruel de como o Irão silencia o ativismo pacífico. Atena Daemi deve ser libertada hoje!

MARIELLE FRANCO – Brasil | Assassinada por defender os direitos humanos

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O que está em causa:
Discriminação; execuções ilegais; jovens negros; direitos das mulheres; direitos LGBTI; violência policial
Marielle Franco lutou destemidamente por um Rio de Janeiro mais justo. Lutou por mulheres negras, pessoas LGBTI, jovens e condenou as execuções ilegais cometidas pela polícia. Infelizmente foi silenciada, assassinada a tiro no seu carro. Uma ação que faz parte de uma tendência no Brasil, onde pelo menos 70 defensores de direitos humanos foram mortos em 2017. No Brasil, as pessoas que defendem os direitos humanos vivem com um medo permanente. Queremos justiça por Marielle Franco!

GERALDINE CHÁCON – Venzuela | Perseguida por capacitar jovens a defenderem os seus direitos

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O que está em causa:
Educação para os direitos humanos, liberdade de expressão, tortura
Geraldine Chacón sempre quis defender outras pessoas. É por isso que ajuda a capacitar jovens a defenderem os seus direitos na sua cidade, Caracas. No entanto, foi reprimida pelas autoridades apenas por tentar fazer do seu país um lugar melhor para se viver. Prenderam-na durante quatro meses e impediram-na de sair do país. O seu processo não foi fechado para que possa ser presa de novo, a qualquer momento, sem qualquer aviso.

O caso de Geraldine deve ser encerrado para poder gozar de liberdade incondicional e continuar a agir em defesa dos direitos humanos.

NONHLE MBUTHUMA – África do Sul | Perseguida por defender a sua terra ancestral

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O que está em causa:
Direito à terra; desalojamento forçado; direitos ambientais; responsabilização de uma empresa mineira
Nonhle Mbuthuma lidera a luta da sua comunidade contra uma empresa mineira que quer explorar titânio na sua terra ancestral. Está a ser alvo de perseguições e ameaças, e sobreviveu a uma tentativa de assassinato. Alguém a quer muito silenciar, mas ela não vai desistir: “Quando me tiras a minha terra, tiras-me a minha identidade.” Nonhle Mbuthuma e a sua comunidade devem ser protegidas!

VITALINA KOVAL – Ucrânia | Atacada violentamente por defender os direitos LGBTI

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O que está em causa: Direitos sexuais e reprodutivos; direitos das mulheres; liberdade de expressão
Vitalina Koval trabalha arduamente para defender os direitos LGBTI e os direitos das mulheres na sua cidade natal, Uzghorod, na Ucrânia. Foi violentamente atacada após organizar uma manifestação pacífica no Dia Internacional da Mulher em 2018. Os seus atacantes foram libertados poucas horas depois. Estes ataques fazem parte de uma ampla vaga de violência e intimidação por parte de grupos de extrema direita na Ucrânia. Mas Vitalina e outros defensores de direitos humanos não vão ceder ao medo e ao ódio, e nós estamos do lado deles. É urgente proteger Vitalina e todos os defensores de direitos LGBTI e direitos das mulheres na Ucrânia!

No ano em que se realizam as comemorações dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e dos 40 anos da ratificação portuguesa da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, participa nesta iniciativa.
Apresentamos um poema de Martin Niemoller.
Podemos ter uma palavra a dizer – o silêncio deixa-nos sós.
Não sobrou ninguém

Primeiro levaram os comunistas,
Mas não falei, por não ser comunista.

Depois, perseguiram os judeus,
Nada disse então, por não ser judeu,

Em seguida, castigaram os sindicalistas
Decidi não falar, porque não sou sindicalista.

Mais tarde, foi a vez dos católicos,
Também me calei, por ser protestante.

Então, um dia, vieram buscar-me.
Nessa altura, já não restava nenhuma voz,
Que, em meu nome, se fizesse ouvir.

Martin Niemoller (1892-1984)

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