O autor da semana | Sophia de Mello Breyner Andresen

Nasceu a 6 de novembro de 1919, no Porto e morreu a 8 de Julho de 2004 com 84 anos. Em 1999, Sophia foi a primeira mulher portuguesa a receber o Prémio Camões. Ela recebeu ainda o Prémio Max Jacob (2001) e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana (2003), entre outros. Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado ativamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e subscreveu o Manifesto dos 101, contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, consagrada em 2002. Sophia escreveu vários tipos de obras: poesia, contos infantis, contos, teatros, artigos, entre outros.

Literatura infantil

1958 A Menina do Mar, A Fada Oriana

1959 A Noite de Natal

1964 O Cavaleiro da Dinamarca

1965 O Rapaz de Bronze

1968 A Floresta

1985 A Árvore

Prosa

1962 Contos Exemplares

1965 Os Três Reis do Oriente

1979 A Casa do Mar

1984 Histórias da Terra e do Mar

1997 Era uma vez uma Praia atlântica

2003 O Anjo de Timor

2008 Quatro Contos dispersos

Teatro

1961 O Bojador

2001 O Colar

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Da Rainha das Neves | 5.º ano

O famoso detetive Geronim Stilton estará nas bibliotecas escolares do 1.º CEB e na EB 2,3 de Ceira já esta semana!

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Será uma oportunidade única para (re)visitarmos as aventuras deste herói roedor.  Haverá uma sessão de autógrafos e, já agora, vamos investigar o sítio do Geronimo Stilton? É aqui!

Os nossos escritores! | A propósito do conto “Irmão e irmã”

Continuação do conto “Irmão e Irmã” dos irmãos Grimm

Logo de manhã, bem cedinho, como o Joãozinho tinha planeado, os dois irmãos refugiaram -se  na cave da casa. Mais tarde, por entre as caixas e teias de aranha, eles ouviram a sua madrasta murmurando:

-Se não estão em casa, devem estar perdidos por aí…Bem, o melhor é irmos tentar arranjar comida para nós.

Ouvindo isso e a porta a fechar-se, os dois irmãos reviraram a casa à procura de alimentos e fugiram porta fora em direção à floresta para escaparem à morte.

Após alguns dias de viagem, repartindo os poucos alimentos que a madrasta tinha escondido, as duas crianças, completamente exaustas, encontraram uma mágica cidade. Aí tudo era feito de comida e por isso devoraram logo o primeiro arbusto de algodão doce que lhes surgiu. Os proprietários do jardim ao verem crianças tão mal tratadas decidiram acolhê-las e tratá-las com amor e carinho.

Aluno do 6.º ano

Os nossos escritores! | A propósito do conto “Hansel et Gretel”

Outro final para a história criada pelos irmãos Grimm “ Hansel e Gretel”

Irmão e Irmã

No dia seguinte o pai e a madrasta deslocaram-se à floresta com os irmãos e deram aos dois um pão.

– Agora deixamo-los aqui.- afirmou a madrasta.

– Por mais que me custe, vai ter que ser assim!- respondeu o pai.

Muito silenciosamente e devagarinho o pai e a madrasta escapuliram-se. Joãozinho e Margarida encontravam-se amedrontados sem saber onde se encontravam e onde estariam o seu pai e a sua madrasta.

– Mano, prometeste-me que arranjavas maneira de nos salvares! – choramingava Margarida.

– Eu sei que prometi e é o que vou fazer…- acrescentou Joãozinho.

Margarida e Joãozinho conseguiram arranjar maneira de voltar a casa seguindo as pegadas do pai e da madrasta. Durante o seu percurso,  ainda tiveram ajuda de alguns animais: os pássaros, os veados e os alces. Estes protegeram-nos dos lobos e das raposas, pois os irmãos eram muito novos, bonzinhos e inocentes.

Quando o pai os viu, começou a chorar de tão feliz que estava, ao contrário da madrasta, que ficou muito aborrecida e indignada.

O pai, muito emocionado e feliz,  foi falar com a madrasta.

– Não posso viver sem eles !!!- exclamou.

– Mas eu não os quero cá em casa! – retorquiu a madrasta, muito raivosa.

– Então se não queres, sai tu cá de casa, a casa não é tua e os filhos são meus! Não voltarei a perdê-los!

A madrasta, muito irritada e frustrada,  foi fazer as malas. Saiu para nunca mais voltar…

– Pai, aquela maluca não volta a entrar em nossa casa, pois não? – perguntaram o João e a Margarida.

– Prometo-vos que não volta a meter um pé aqui, meus ricos filhos.

A partir desse dia, eles sentiram-se mais felizes, o pai arranjou um trabalho onde ganhava mais dinheiro e as crianças já podiam ir à escola. Nunca mais passaram fome,  Margarida e Joãozinho foram meninos muito inteligentes.

 

Aluna do 6.º ano

Lendo!

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Jogos Matemáticos na Biblioteca Escolar! | Sabes quando?

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São vários os jogos matemáticos disponíveis na BE todos os dias!

Queres saber quais são?

Gatos & cães, Avanços, Rastros, Hex,  Ouri e SuperT.

Se quiseres aprender e jogar com um professor monitor, podes aparecer na Biblioteca e diverte-te …com a matemática!

  • 4.ª feira – 12:45 – 13:30
  • 5.ª feira – 12:00 – 12:45

 

Eu li | partilha de leituras |A princesa e a ervilha |Atreve-te a ler

       Este livro apresenta três contos do autor Hans Christian Andersen, vou-vos dar a conhecer um deles, “A princesa e a ervilha”.

Um príncipe queria casar com uma princesa autêntica, deu a volta ao mundo para a encontrar, mas não a conseguiu achar. Um dia, estava a chover muito, quando apareceu uma princesa à porta do castelo. A rainha pôs uma ervilha na sua cama, por baixo de muitos colchões. Como ela não conseguiu dormir, perceberam logo que se tratava de uma princesa autêntica.

Aluno do 4ºB da EB1 Quinta das Flores

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