9 de Dezembro | Encontro com a escritora Helena Rainha Coelho

Encontro com a escritora Maria Helena Coelho

  Nas aulas de Língua Portuguesa e de Estudo Acompanhado, fizemos a leitura da obra “O Romance de A Menina dos Pés Azuis”. Vestimos as personagens mais importantes de acordo com a nossa imaginação e pusemo-las a falar sobre si próprias, na Biblioteca da escola, no dia 9 de Dezembro, por volta das 10.30, perante a autora.
Depois desta apresentação, ouvimos a Dr.ª Maria Helena falar sobre a história e responder-nos a algumas perguntas.

  Gostaríamos de repetir este tipo de experiência!

 6ºB

No passado dia 9 de Dezembro, pelas 10:15h, fomos à Biblioteca da escola ouvir a escritora Maria Helena Rainha Coelho falar sobre o seu “O Romance de a Menina dos Pés Azuis”.
 A sessão começou com a apresentação de um PowerPoint produzido nas aulas de Língua Portuguesa, na Biblioteca e em casa, por alguns alunos desta turma. Para tal, aproveitámos as ilustrações do livro, que considerámos muito bonitas, às quais acrescentámos um breve resumo da história. Este trabalho teve como suporte musical a melodia “O Lago dos Cisnes”, gentilmente oferecida pela professora de Música.    
Também assistimos à apresentação das personagens mais importantes da obra que o 6ºB encenou.
De seguida, a autora falou sobre si e sobre a sua obra e permitiu-nos colocar-lhe algumas questões que tínhamos, previamente, preparado. 
Gostámos tanto de ouvir o doce discurso da Dr.ª Maria Helena que o retribuímos com um miminho de chocolate!

 6ºF

 

 

 

 

 

 

Feira do Livro | 9 a 16 de Dezembro

Feliz Natal!

O nosso Agrupamento de Escolas deseja a todos um Feliz Natal com dois Postais da autoria do Dr. Manuel Fresco.

Festas Felizes!

As três Bibliotecas Escolares do nosso Agrupamento dedicam a todos os seus Utilizadores Boas Festas e Boas Leituras, nas palavras de David Mourão-Ferreira (1927-1996) “Natal e não Dezembro”!

NATAL E NÃO DEZEMBRO

Entremos, apressados, friorentos,
Numa gruta, no bojo de um navio,
Num presépio, num prédio, num presídio,
No prédio que amanhã for demolido…

Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos, e depressa, em qualquer sítio,
Porque esta noite chama-se Dezembro,
Porque sofremos, porque temos frio.

 Entremos, dois a dois: somos duzentos,
Duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rasto de uma casa,
A cave, a gruta, o sulco de uma nave…

Entremos, despojados, mas entremos.
Das mãos dadas talvez o fogo nasça,
Talvez seja Natal e não Dezembro,
Talvez universal a consoada.

 David Mourão-Ferreira, Obra Poética

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