O Melhor Conto de Natal | Os quatro Contos Vencedores!

 

Um Conto de Natal

    Num dia frio e com muito vento, Carlota enfeitava o seu pinheiro, em casa. Já era quase Natal, e ela estava ansiosa por receber montanhas de presentes da família.

Por tradição, nessa noite, toda a gente fazia uma caminhada pelo monte, com velas acesas.

Os dias passavam até que chegou o dia. Eram 23:58 horas e estavam todos agasalhados, à porta de casa, para começarem, excepto Carlota que andava pela casa à procura do seu gorro preferido.

– Onde é que a minha mãe o arrumou? Onde está ele… Ah! Já sei… na cozinha…

Entretanto já eram horas e eles já iam longe. Quando ela se apercebeu, já não podia apanhá-los, pois tinham medo do escuro e a família tinha levado todas as velas.

Até que, certo momento, ela ouviu uma voz a chamar por ela:

– Carlota, não te aflijas… Vais passar aqui uma noite extraordinária!

Carlota virou-se para um lado e para o outro e… viu um pequeno e encarnado anãozinho.

– Mas… co, co, como, mo… -gaguejou ela.

O anão pôs-lhe a mão à frente da boca e acalmou-a:

– Eu vim para te ajudar. Calma, tem calma.

– A sério?! -exclamou a menina. _Eu queria mesmo ir ao monte, mas tinha tanta aflição em encontrar o meu gorro, que não me lembrei que já eram aquelas horas.

O anão abanou a cabeça e disse:

– Como eu te disse há pouco, iremos divertir-nos muito, hoje, por isso espera aqui.

Deu um estalo com os dedos e desapareceu. Logo, a menina ficou espantada!

Daí a 30 segundos, o anão apareceu com uma caixa nas mãos. Ela abriu-a e saltaram centenas de bolas saltitonas pelo ar.

Assim se divertiram pela noite fora, em casa, sozinhos.

Sofia Santos
5º F
Nº 25

Um Natal de pasmar

No dia 30 de Novembro, a Maria e a Beatriz foram ter com os seus pais e perguntaram:
-Este ano podemos passar o Natal juntas? Queríamos ir à Lapónia.
-Sim – disseram os pais das duas.
No dia 3 de Dezembro, foram até à Lapónia e, enquanto passeavam, viram um duende e seguiram-no. Ao segui-lo, chegaram a um túnel e entraram. Quando entraram, viram que o túnel era um escorrega feito de gelo que as levou até a uma sala muito grande cheia de fotografias de pais natais.
Andaram e chegaram a outra sala em que estava um duende que disse:
-Quem são vocês? Vão-se embora…
-Deixa-as – disse uma voz – elas vêm comigo.
Logo a seguir, apareceu uma mulher que as levou para um escritório e perguntou:
-Como se chamam?
-Eu sou a Maria.
-Eu sou a Beatriz.
-Vocês têm que encontrar uma rapariga chamada Carolina para todas irem à procura do Pai Natal do século XXI.
-Como? – perguntou a Maria.
-Estão aqui dois mapas. A Carolina tem o terceiro. Se vocês os juntarem sabem a resposta…
-Mas quem é você? – perguntou a Beatriz.
-Eu sou a Mãe Natal… Adeus.
Quando olharam viram que estavam em cima de duas renas, a Ri e a Sissi, e que havia outra, a Neve.
-Olha Maria, estamos a cair!
-Tive uma ideia: agarra na rena e segue-me. Vamos aterrar naquela montanha.
-Tu sabes onde é que vive a Carolina?
– Não, mas tratamos disso depois. Vamos entrar naquela casa. Está muito frio!
Dentro da casa havia um alçapão e elas desceram por ele.
-Quem vem aí?
-Somos a Maria e a Beatriz.
-Eu sou a Carolina.
-Carolina, a Mãe Natal disse que nós, as três, temos que encontrar o Pai Natal do século XXI e que tu tens um mapa.
-Sim, eu tenho um mapa mas é para quê?
-Não sabemos. Temos que os juntar.
-Ok.
Elas juntaram os mapas e apareceram as letras DJ PN.
-Há um DJ chamado PN num bar da cidade. Vamos até lá. Mas eu não tenho transporte… – disse a Carolina.
-Ok, mas nós temos.
E lá foram a voar até ao bar.
Quando lá chegaram, encontraram o DJ PN e disseram:
DJ PN, o senhor sabe alguma coisa sobre o Pai Natal do século XXI?
-Quem?…
Logo a seguir o DJ PN transformou-se em Pai Natal e apareceu a Mãe Natal que disse:
-Vocês curaram o Pai Natal! Ele ficou assim porque lhe caiu um cubo de gelo na cabeça e ficou a pensar que era DJ mas quando vos ouviu dizer «Pai Natal» lembrou-se logo de tudo. Obrigado! Dou-vos estes colares do Natal…  Adeus.
Quando olharam, estavam todas juntas numa loja de brinquedos, cada uma com os seus pais e tinham os colares em forma de floco de neve. 

Beatriz Figueiredo Janicas
5ºH, nº3
Coimbra, 3 de Dezembro de 2010

Um Conto de Natal 

            O Natal estava a chegar à cidade e havia uma menina que estava muito triste, pois tinha perdido a sua avó há pouco tempo.

            Chegou a noite de Natal e a cidade estava cheia de alegria: havia luzinhas a piscar por todas as casas; em todas as janelas se via uma árvore de Natal cheia de enfeites; as crianças a brincar na neve e, às vezes até os adultos!

            Todos estavam alegres menos a menina, a Marie.

            Ela era baixinha, magrinha, e tinha uns olhos azuis que encantavam qualquer pessoa. O seu cabelo era castanho e comprido. Tinha sardas na cara e um sotaque francês muito doce. Ela é de França, mas veio para Portugal quando tinha três anos porque tinha cá família. Mas de vez em quando vai a França, pois fala muito bem francês. Agora ela já tem onze anos.

            Mas, voltando à história em si…:

            Na noite de Natal, depois do jantar, Marie foi para a janela do seu quarto olhar para aquelas imensas estrelas.

            De repente ouviu uma voz, mas não viu ninguém:

            -Feliz Natal! Estás triste, meu doce?

            Aquela voz era muito querida e carinhosa, e Marie conhecia-a, mas como não conseguiu descobrir de quem se tratava, não hesitou e perguntou:

            -Quem fala? Quem está aí?

            -Sou eu minha querida! Não reconheces a minha voz?

            -Avó? És tu? – disse a Marie já mais animada.

            -“Oui ma petite Marie!”

            -Mas eu não te vejo…-disse a Marie com tristeza.

            -Pois, mas ouves-me. Eu sou o anjinho da tua avó. Podes falar comigo todas as  noites daqui em diante. E podes ver-me…

            Marie, começou a ver a sua avó ao pé de si como um anjo.

            Marie, correu a contar à mãe o que tinha acontecido, mas, os adultos não conseguem ver os anjos, por isso, a mãe dela não acreditou e disse que Marie devia estar com alucinações.

            Quando à meia-noite, foram abrir as prendas, a avó também estava lá, a sorrir para Marie.

            Marie, soltou-lhe um terno sorriso também, pois sabia que a sua avó estar ali (embora como anjo e, embora os adultos não a pudessem ver), era a melhor prenda que ela podia ter neste, e em qualquer outro Natal.

                                               Fim

Matilde Paz
5ºH  nº14
5 de Dezembro de 2010

A estrela que não podia brilhar

 Era uma noite fria e era também véspera de Natal. A família da Mariana, do João, do Pedro e da Isabel estava à mesa…

            De repente, Mariana viu uma coisa cintilante a cair do céu. Correu para fora e deparou-se com uma pequena estrela (Não! Esta estrela não era brilhante).

            Mariana não lhe tocou mas por breves momentos pensou ter ouvido a estrela a falar. Olhou fixamente para esta e percebeu que tinha MESMO ouvido a estrela a falar.

            Esta dizia-lhe:

                        – Mariana ajuda-me!!!!

– Oh! Tu falas!!! – disse Mariana espantada.

                        – Sim, eu falo, mas agora isso não interessa leva-me para dentro e eu explico tudo.

            Mariana pegou na estrela com muito cuidado e voltou para dentro. Chegou a casa e disse:

                        – Mãe, eu já não tenho fome, vou para o meu quarto.

                        – Mas…mas…

            Já no quarto, perguntou à estrela:

– Então podes explicar-me agora???

                        – Ok, então foi assim: eu sou uma pequena estrela cadente mas, como estou doente, caí no chão antes do tempo e é por isso que preciso da tua ajuda, para viver mais uns bons anos!!! Eu quero aparecer no céu de Natal mas estando doente não consigo levantar voo…

                        – Ah, está bem!!! Então eu vou ajudar-te! Mas primeiro preciso de saber o teu nome e porque é que estás doente!

                        – Eu chamo-me Luzinha porque pareço uma pequena luz no céu, e o meu problema é que eu estou bastante deprimida.

                        – Porquê?

                        – Porque este ano toda gente liga aos presentes, já ninguém olha para o céu, ninguém se lembra da estrela que iluminou o céu dos Reis Magos, ninguém se lembra do presépio nem do espírito de Natal!!!

Para ajudar a estrela Mariana começou por lhe contar como ia ser o seu natal e explicou-lhe que a sua família tinha combinado que cada pessoa iria receber apenas uma prenda para darem mais atenção ao espírito de Natal, à família e não tanto aos presentes. Tinham combinado fazer um pequeno teatro sobre o nascimento do menino Jesus e ir à missa do Galo.

           Naquela noite, Mariana e a Luzinha divertiram-se muito. Contaram histórias uma à outra sobre os mundos de cada uma e acabaram por adormecer ferradas sonhando com o dia seguinte, pois era dia de Natal…

            No dia seguinte, as duas amigas perceberam que estava na hora de se despedirem e Luzinha disse que, vendo o que a família de Mariana ia fazer, tinha ganho forças para voar e iluminar o céu de Natal.

            Estava a família de Mariana à mesa quando ela decidiu contar a sua aventura com a estrela. Como é óbvio, ninguém acreditou! Mas Mariana insistiu e disse que podia provar.

            A família de Mariana olhou pela janela e ficaram a olhar para uma pequena estrela mais brilhante do que as outras que parecia sorrir-lhes!!!

 Catarina Costa, nº5, 6ºC

Escola EB23 Dra. Mª Alice Gouveia

Uma resposta

  1. É muito gira a história!

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