Poema “Dia da Mãe” de Ricardo Arinto

Dia da Mãe

 

Eu pensei dar-te uma flor

Que não nasce no jardim:

Assim dou-te o meu amor

Como dás o teu a mim.

 

Nestes versos que te dou

Vai cantada uma canção

Que te diz que afinal sou

O teu próprio coração.

 

Falta mais do que um milénio

P’ra escrever o que bem sinto:

Teu olhar é oxigénio

P’ra nós todos – não te minto!

 

Ricardo Arinto

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