31 de outubro | Desafio | 88 palavras para contar uma história de arrepiar!

A Biblioteca Escolar agradece mais uma vez a participação muito criativa dos alunos neste desafio de escrita proposto para esta data arrepiante!

Congratula-se igualmente com a adesão dos Encarregados de Educação, professores e animadoras socio-culturais e espera que este seja o início de uma aventura com outros desafios ao longo deste ano letivo!

A todos quantos colaboraram, a BE vai oferecer um marcador para assinalar  este primeiro desafio!

Os alunos e os professores participantes deverão dirigir-se à BE, a partir do dia 6 de novembro, da sua escola (EB 2,3 Alice Gouveia, EB 2,3 Ceira, EB Norton de Matos e EB Quinta das Flores) para recebê-lo. Para os Encarregados de Educação, que também participaram nesta aventura, serão os seus educandos a levantá-los!

Pela imaginação fantástica, pelos calafrios e pelo medo, muito MEDO  que provocaram à equipa da biblioteca com estas histórias, assinalamos as seguintes menções honrosas!

Vamos conhecê-las?

EB Norton de Matos

Era uma vez uma menina chamada Madalena que vivia sozinha numa casa abandonada, ao lado de uma floresta assustadora.

            De repente, faiscou-lhe uma ideia. Ir explorar a floresta. Estava escuro e a Madalena não parava de tremer de medo. Passado um bocado ouviu uivar um lobisomem e deu um grito arrepiante:

            – Aaaah!! Um lobisomem!

            Depois, o lobisomem caçou-a e começou a triturá-la. Todos os vampiros, morcegos chuparam o sangue da Madalena.

            É assim que acaba a vida desta criança.

            – Não acham que é uma história mesmo de arrepiar?

EB Quinta das Flores

Coisas mágicas acontecem

Na noite de 31 de outubro, dizem que coisas mágicas acontecem. Boas ou azaradas.

Esse dia é hoje, o que devo esperar?

Surgiu um dia escuro, cheio de relâmpagos e nuvens negras…

Não tinha guarda-chuva e tive que ir a pé até casa.

Ouvi um grito agudo.

Parecia estar atrás de mim.

Virei-me, cheia de arrepios.

Encontrei um ser sem pupilas,

a sair duma caixa preta e pequena.

Ele trancou-me lá dentro e

fiquei lá, solitária, pedindo ajuda…

sim, transformei-me no ser!

Cuidado, podes ser a próxima vítima!

 

EB 2,3 Alice Gouveia

2.º Ciclo

Era uma vez um menino que queria fazer um ritual chamado Maria Sangrenta. Bateu 22 vezes na porta, acendeu quatro velas ao redor do lavatório, encostou o dedo ao espelho escuro pelo tempo e repetiu 5 vezes “Maria sangrenta”. Alguém bateu 22 vezes à porta, uma névoa surgiu vinda do chão, o menino virou-se para o espelho e… Trchhh!! O vidro estilhaçado engoliu o menino. Ainda hoje, quem olha para os pedaços de vidro ensanguentado, consegue ver o menino e ouvir o grito estridente da sua agonia eterna.

3.º Ciclo

    Dois caminhos. No da luz está uma rapariga a segurar um arco pronta a trespassar-me com a sua flecha. Corro em direção ao escuro e, num último olhar, não a vejo. Suspiro aliviada e olho em redor avistando grandes árvores que obscurecem o ambiente. Ouço algo estalar atrás de mim e viro-me, sendo surpreendida por enormes caninos e grandes olhos vermelhos. Após isso sinto algo perfurar o meu tronco. Grito e acordo. “Um sonho ou o futuro?”, era a questão que me assombrava enquanto regularizava a minha respiração.

EB 2,3 Ceira

3.º Ciclo

Numa certa Noite

 

Numa certa noite

Saía Maria do seu banho,

Quando da sua cozinha

Ouviu um barulho estranho.

 

Ansiosa, enrolou-se na sua toalha

E dirigiu-se à sua cozinha.

Olhou em sua volta,

E não viu nadinha.

 

Teve medo do escuro

E fugiu do cenário assustador.

Aí sentiu-se agarrada por algo

E soltou um grito de dor.

 

No dia seguinte

Houve um grande alarido…

Como é que será

Que Maria tinha desaparecido?

 

Muitos investigaram o mistério

Mas nenhum ficou com uma pista.

E Maria

Nunca mais foi vista…

 

 

Para os adultos participantes, cujas histórias nos assombraram durante a noite, provocando desde insónias a terríveis pesadelos, o nosso agradecimento!

E não se esqueçam…novos desafios estão a pairar por aqui!

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31 de outubro | Desafio | 88 palavras para contar uma história de arrepiar! | Encarregados de Educação, Professores e Animadoras Socioculturais

Um agradecimento especial aos Encarregados de Educação, professores e animadoras socioculturais que responderam ao desafio “88 palavras para contar uma história de arrepiar”, lançado pela Biblioteca Escolar, com verdadeiras  histórias arrepiantes  e…mantenham-se “ligados” à Blogoteca e ao Facebook  pois estes desafios vão continuar!!!

Encarregada de Educação

2.º Ciclo

Histórias de Arrepiar

Estava uma noite escura e fria, como as de Outono de antigamente!

Eu, sentada no meu sofá da sala lia um livro, quando de repente falta a luz.

Levantei-me para ir buscar uma vela, quando vi um vulto a correr na minha direção passando no meio das minhas pernas e com é de calcular não consegui reprimir um grito, mas um GRITO! Entretanto a luz voltou, e o vulto era o meu companheiro de sofá, Jonas o  meu querido  gato.

– Também não gostas do escuro pois não Jonas?

 

Encarregado de Educação

3.º Ciclo

A galinha sem pescoço

Dia de inverno, muito escuro, a minha mãe matava as galinhas. Era o sustento da família. Proibida a presença de meninos e meninas. Eu não resisti e fui espreitar. A minha mãe de faca na mão, e com a galinha presa debaixo dos pés, cortava-lhes o pescoço. O sangue jorrava por todo lado, sarapintando-a a ela e ao chão. A galinha é submersa numa panela de água a ferver… Salta num ápice, e corre sem cabeça. Dei tamanho grito!!!… Foi descoberta a minha desobediência.

Professores

Morte Anunciada

O soldado Dionísio deu um grito:

– Um caixão com uma cruz de pontas arredondadas!

Atónito, o sargento passou, incólume, pelo vazio. Dionísio avançou, esperando também passar. Mas, o susto do som da sua bota batendo na madeira fê-lo correr pinhal afora.

Na manhã seguinte, no quartel, o sargento inquiriu o soldado Mateus acerca do seu ar cabisbaixo.

– Morreu o Dionísio! Ali vai o caixão…

O sargento sentiu-se gelar: lá fora, o soldado Dionísio seguia num caixão de pinho com uma cruz de pontas arredondadas!

 

 

Na floresta assombrada vivia a bruxa Rosália. Era velha, feia e má. Durante a noite sapos, morcegos e salamandras trabalhavam para ela.

O pequeno Henrique estava aterrorizado. Ouvia pios de corujas malévolas, grasnar de corvos e o uivo do vento pelas árvores esguias e tristes.

Tudo era escuro e medonho. Aterrorizado, o pequenito, deu um grito lancinante que se ouviu por toda a floresta.

Os pais correram aflitos para o quarto de Henrique.

Afinal não havia bruxas, nem sapos, nem morcegos, fora apenas um arrepiante e malévolo sonho.

 

 

É noite, está escuro, estou num barco de pesca, onde estamos a dormir. A viagem pretende ser uma experiência de visitar as Berlengas com pescadores e amigos. Vamos pernoitar e dormir. No barco tudo range, os homens ressonam ruidosamente. De repente ouve-se um grito, muitos gritos. Assusto-me, levanto-me e subo ao convés da traineira. Que vejo ? As cagarras!

Afinal são apenas, aves marinhas, de bico amarelo, dorso acastanhado e ventre branco, que nidificam nas Berlengas. O seu chamamento característico é escutado de noite quando regressam aos ninhos.

 

 

Bruxa Barbuxa vivia num castelo erguido no pico nebuloso da montanha.

De dia, na cidade, transformava-se em flor. Viçosa e perfumada atraía e capturava as pessoas mais felizes que passavam. Depois trancava-as na torre escura do castelo.

À noite, com palavras mágicas, transformava-as em bruxinhas obedientes e barulhentas. No escuro, estrondeavam os ares com gritos e gargalhadas, apavorando as pessoas. De madrugada, regressadas à torre, Barbuxa reconduzia-as à forma normal.

Certa noite, Barbuxa esqueceu-se das palavras mágicas. Rapidamente, os prisioneiros prenderam-na e cortaram-lhe a língua.

A paz voltou.

 

 

(Também o filho de uma professora quis colaborar neste desafio!)

O Sol escalda-me o braço esquerdo. Devia usar protetor solar, como o Luís sempre lembra; vai fazer 4 anos desde que uso este caminho para o emprego, e a idade vai-se revelando, na pele como no carro.

Farta deste trabalho. Os meus colegas são insuportáveis.

Espero que o Luís tenha preparado algo bonito. É sempre tão querido no nosso aniversário.

Quero retribuir-lhe, mas estou tão cansada… Nem estou a ver bem. Está escuro e não consigo mexer o braço.

Oh não. Quero travar. Quero soltar um grito.

Luís…

 

Animadoras socioculturais

 

31 de outubro | Desafio | 88 palavras para contar uma história de arrepiar! | 2.º e 3.º Ciclos

Agora, são as histórias arrepiantes que os alunos dos 2.º e 3.º ciclos das EB Alice Gouveia e Ceira escreveram, respondendo também ao desafio das “88 palavras para contar uma história de arrepiar” e…estejam atentos …estes desafios vão continuar!!!

EB 2, 3 Alice Gouveia

2.º Ciclo

      Em 1870, um agricultor matou uma galinha. Ele morreu muito  misteriosamente e os seus bens foram oferecidos ao neto Xavier que ficou também com a casa dele.

Sendo assim começou a investigar como acontecera a morte dele. Depois de muito procurar encontrou um diário com páginas soltas, uma delas dizia que quem se tivesse atrevido a matar uma galinha daquele galinheiro teria uma maldição de morte sobre ele. Um grito soou na sua mente:

“  Não cometas o mesmo erro que eu.“

Ficou tudo escuro… Tam TAM TAM

 

Noite

Naquela noite, o céu estava escuro. Uma rapariga estava hospedada na herdade duma família.

Tudo era preto lá dentro, mas a menina notou uma poça vermelha derramada sobre o chão. Quando se aproximou desta, deu um grito e … DESAPARECEU !!!

Desde aí, nunca mais ninguém se atreveu a pôr um pé em tal local, por causa da menina lá ter morrido.

Conta a lenda que a sua alma obriga todos a acompanhá-la para o mundo dos espíritos. Por isso, aconselho-vos:

NUNCA vão a uma herdade assustadora!

 

Halloween … esquecer ou recordar?

Era 30 de outubro num dia de escola. Estávamos excitados porque o Halloween estava perto e máscaras íamos levar.

Às 21H30 deitei-me, adormeci e sonhei… no Halloween de 2017 cada mascarado transformar-se-ia na sua personagem…

Dia 31, máscaras desfilavam na escola quando subitamente ficou escuro e veio uma enorme tempestade!…

O sonho realizou-se: disfarçados de zombies tornavam-se verdadeiros zombies, as “Annabelle” em bonecas assassinas,…

Solto um grito e … acordo!

Afinal TUDO não passou de um sonho!

E assim pude brincar ao Halloween como sempre!

 

 

Caminhavam pelo bosque tenebroso e escuro dois adolescentes confiantes. Mas tinham-se perdido…

-Meu, isto é uma péssima ideia!! – gritou um. Segundos depois ouviu-se um grito de uma mulher.

-Ahhhhhhh!

Quando chegaram lá viram poças de sangue e um homem com uma faca.

-Socorro! – gritou um.

O homem virou-se e atrás dele apareceu outro homem com uma faca e que a espetou no estômago do outro.

– E vocês serão os próximos. Desapareceu e depois reapareceu no meio dos adolescentes, espetou-lhes a faca e arrancou-lhes os corações.

 

 

Era uma vez um menino que queria fazer um ritual chamado Maria Sangrenta. Bateu 22 vezes na porta, acendeu quatro velas ao redor do lavatório, encostou o dedo ao espelho escuro pelo tempo e repetiu 5 vezes “Maria sangrenta”. Alguém bateu 22 vezes à porta, uma névoa surgiu vinda do chão, o menino virou-se para o espelho e… Trchhh!! O vidro estilhaçado engoliu o menino. Ainda hoje, quem olha para os pedaços de vidro ensanguentado, consegue ver o menino e ouvir o grito estridente da sua agonia eterna.

 

Aviso:

Esta história contém

Terror!

O espelho da história

Estava escuro naquela noite e eu estava acordada pois não conseguia dormir. Estava tudo bem até ouvir um grito pequenino vindo da casa de banho. Eu tentei adormecer, mas não consegui pois sou muito curiosa. Não resisti em ver, mas foi a pior coisa que poderia ter feito! Quando lá cheguei vi pelo espelho e o meu reflexo mexia-se sozinho…

Medo!

Desde esse dia nunca mais fui a mesma. Sempre que me via ao espelho, ia ficando cada vez mais assustada. Até que disse “Chega!”

A partir daí, sempre que via um espelho partia-o.

 

Naquela noite, a Madalena deitou-se cedo. Tinha visto um filme muito emocionante sobre múmias. A mãe veio aconchegá-la e, quando saiu, apagou a luz.
No entanto, ela não conseguiu adormecer. Ainda estava um pouco assustada com o filme.
Pareceu-lhe ouvir um barulho debaixo da cama. Espreitou, estava muito escuro. Quando olhou, viu duas luzes verdes, muito brilhantes, e quis logo dar um grito de susto. Julgava que fosse a múmia do filme.

Acendeu a luz…e a Bigodes, a gata da família, saltou para o seu colo, a ronronar…

 

3.º Ciclo

Certo dia, com os meus amigos, quando estávamos a ir para casa, passámos por uma casa abandonada e decidimos entrar. Estava muito escuro quando entrámos na casa. Estava cheia de teias de aranha e, por isso, entrámos com muito cuidado. Decidimos passar lá a noite.
Estávamos a tentar dormir quando ouvimos um enorme grito.
Como eu era o mais velho, peguei na lanterna e fui investigar. Descobri que estava uma pessoa estendida no chão a sangrar da perna. Eu tentei ajudar, mas não consegui; então, chamámos a ambulância.

 

Dois caminhos. No da luz está uma rapariga a segurar um arco pronta a trespassar-me com a sua flecha. Corro em direção ao escuro e, num último olhar, não a vejo. Suspiro aliviada e olho em redor avistando grandes árvores que obscurecem o ambiente. Ouço algo estalar atrás de mim e viro-me, sendo surpreendida por enormes caninos e grandes olhos vermelhos. Após isso sinto algo perfurar o meu tronco. Grito e acordo. “Um sonho ou o futuro?”, era a questão que me assombrava enquanto regularizava a minha respiração.

 

EB 2, 3 Ceira

2.º Ciclo

 

A escola assombrada

Num dia do mês de Outubro, estavam os alunos em aulas.

Quando saíram da aula alguns alunos foram ao bar da escola, quando de repente começou a ficar tudo escuro as funcionárias começaram-se a transformar em Zombies e todos os alunos e professores deram um grito.

Passado um bocado toca a campainha da escola, três toques, os alunos foram todos para fora da Escola os funcionários saíram também atrás dos professores e todos gritavam.

O João dizia:

-Socorro! Alguém ligue à Polícia!!!

Estava um caos total naquela escola.

Passado mais um bocado, voltou o Sol e depois voltou tudo ao normal.

 

3.º Ciclo

Numa certa Noite

 

Numa certa noite

Saía Maria do seu banho,

Quando da sua cozinha

Ouviu um barulho estranho.

 

Ansiosa, enrolou-se na sua toalha

E dirigiu-se à sua cozinha.

Olhou em sua volta,

E não viu nadinha.

 

Teve medo do escuro

E fugiu do cenário assustador.

Aí sentiu-se agarrada por algo

E soltou um grito de dor.

 

No dia seguinte

Houve um grande alarido…

Como é que será

Que Maria tinha desaparecido?

 

Muitos investigaram o mistério

Mas nenhum ficou com uma pista.

E Maria

Nunca mais foi vista…

 

 

Bhuuooooo !!

 

Uma porta abriu,

Um fantasma saiu.

Quando, vindos do escuro se ouviram…

Gritos assustadores!

Naqueles cenários aterradores.

Tudo se apagou

Ninguém piou

Foi quando se ouviu…

Algo se partiu!

Mas fora um grito

Que ao longe surgiu.

Foi quando se acendeu

Uma pequeníssima vela.

De repente repararam

Uma cara ao pé dela !!!

Era grande e assustadora

Tinha má impressão

Mas era uma pessoa

Só que de cara já não.

Tentaram ajudá-la

Mas ela não deixou.

Ficaram assustados

Saíram dali…

Pois viram que ela

Não estava em si.

 

Participava numa festa assombrada, entre amigos, quando inesperadamente, tudo ficou escuro, ouvindo-se de imediato um grito aterrador. Ficámos muito assustados e fomo-nos esconder no primeiro sítio que nos apareceu.

Havia pessoas debaixo das mesas, atrás do sofá, e até dentro dum armário…

Pouco depois, ouviram-se passos, tremíamos que nem varas verdes!!

Passado um bocado alguém acendeu as luzes e gritou: “Apanhados”! A mãe do meu amigo tinha-nos pregado uma partida.

Depois disso, prosseguiu a festa, comemos doces, ouvimos músicas sem parar durante toda a noite.

 

As abóboras monstruosas

            Numa noite escura e tempestuosa, uma nave extraterrestre chega à Terra derramando um lodo azul na quinta dos Pines. Aqui preparava-se o concurso das abóboras do Halloween.

O lodo caiu em cima das abóboras transformando-as em monstros esfomeados. Começaram a comer todos os doces, decorações, fatos e acessórios do Halloween e até as pessoas.

O poderoso TITAN enfrentou o chefe das abóboras monstruosas exigindo que lhe devolvesse tudo o que tinham comido.

O líder não obedeceu, TITAN destruiu as abóboras rapidamente, voltando tudo ao normal.

 

Ouve-se um rádio a tocar, o som vem de uma porta que nunca fora aberta. Assim que entro, consigo vislumbrá-lo no escuro, decido então desligá-lo e um grito ecoa no silêncio. Corro pelo corredor, abrindo as portas dos quartos, mas não encontro ninguém…. Olho para o chão e vejo um rasto de sangue, sigo-o até à porta do salão de jantar, e fico horrorizada ao ver cabeças penduradas no lustre. A luz apaga-se sozinha, a porta fecha de repente e sinto que algo me agarra…. eu grito.

 

Estava uma noite quente de verão, mas quando entrei no meu quarto, notei que estava frio e escuro. Liguei a luz e dirigi-me para a minha secretária, que estava mais desorganizada que o normal, quando, de repente, ouvi um grito vindo da cozinha, que me dizia:

– Laura, vai estudar!

Ignorei a ordem e comecei a remexer nas coisas que tinha na secretária, até que, no meio da confusão, vi algo de arrepiar. Um papel pequeno e amarelo que tinha escrito “AMANHÃ- EXAME DE MATEMÁTICA! ”

 

Joaquim encaminhou-se para a Casa Assombrada, bem conhecida no bairro onde moravam. Ia reunir-se com o seu grupo de amigos. Raúl, conhecido pela sua bravura, era quem ia à frente.

Empurraram a porta, que rangia imenso, e perceberam que estavam num sítio muito escuro…. Raúl tremia muito, mas não querendo dar parte de fraco, decidiu avançar, até que se ouviu um grito medonho !    Desataram a fugir, correndo velozmente pela rua abaixo.

Souberam no dia seguinte que tinham sido alvo de uma partida….  do proprietário da casa!

31 de outubro | Desafio | 88 palavras para contar uma história de arrepiar! | 1.º ciclo

Leiam estas histórias arrepiantes que os alunos do 4.º ano das EB Norton de Matos e Quinta das Flores escreveram, respondendo ao desafio das “88 palavras para contar uma história de arrepiar” e…não se esqueçam …estes desafios vão continuar!!!

EB NORTON DE MATOS

HISTÓRIAS DE ARREPIAR

            Dia treze de outubro, à noite, o Tiago e o seu grupo de amigos decidiram ir a um castelo que muitos diziam ser amaldiçoado.Quando chegaram espreitaram pela porta. Estava tão escuro que não acreditavam. Mas, por fim, resolveram entrar. Viram que estava muito abandonado. Havia muitos quartos e andares. Quando iam a subir nem estavam a acreditar que estava uma bruxa aterrorizante que deu um grito. A bruxa disse-lhes que era boa. Os meninos não acreditaram e correram sem olharem para trás e, só pararam em casa.

 

            Era uma vez uma menina chamada Madalena que vivia sozinha numa casa abandonada, ao lado de uma floresta assustadora. De repente, faiscou-lhe uma ideia. Ir explorar a floresta. Estava escuro e a Madalena não parava de tremer de medo. Passado um bocado ouviu uivar um lobisomem e deu um grito arrepiante:

         – Aaaah!! Um lobisomem!

Depois, o lobisomem caçou-a e começou a triturá-la. Todos os vampiros e os morcegos chuparam o sangue da Madalena. É assim que acaba a vida desta criança.

            – Não acham que é uma história mesmo de arrepiar?

 

Era uma vez um vampiro que vivia numa casa velha sem janelas. No seu interior ninguém conseguia entrar, pois estava escuro, existiam muitas teias de aranha e esqueletos espalhados. Certa manhã, uma menina muito curiosa e corajosa, resolveu entrar para ver o que existia lá dentro. Mal abriu a porta desatou a fugir e deu um grande grito. Quando avistou uma árvore escondeu-se atrás para ninguém a descobrir. Passado o susto, resolveu regressar a casa. Ela tinha achado aquele sítio bastante assustador, mas como era aventureira decidiu voltar.

 

Era uma vez um homem que ouviu falar de uma história de 6, 6, 6. Ele, sendo corajoso, foi tentar pregar uma partida, mas a partida correu mal. Ele ouviu um grito e ficou tudo escuro. O homem, mesmo assim, ainda conseguia ver. Ficou bastante assustado. Pegou nas suas armas e armaduras e lutou contra os fantasmas e os monstros. Ele lembrou-se que tinha uma bomba. Acionou-a e fugiu para fora da casa, mas havia mais um monstro e ele matou-o. Ficou feliz por conseguir escapar dos monstros.

 

Numa noite fria e arrepiante, uma menina foi a um sítio vulgar, escuro e encontrou um caldeirão e perguntou:

– Está aí alguém? – De repente, ouviu uma voz que deu um grito – “aaaaaaaaah”!

– Quem é que falou?

– Sou eu, o fantasma assombradiço que assusta pessoas e crianças que vierem a este lugar!

Ela já cheiinha de medo disse: – Vou fugir!

Então, a múmia, o lobisomem amaldiçoado, as bruxas, o Frankenstein, as aranhas saíram da gruta escura e arrepiante e foram atrás da Joana. A Joana escapou por pouco!

 

Era uma vez um castelo assombrado, escuro, onde vivia uma só criatura que era uma aranha. A aranha era gigante, tinha vinte patas e cem olhos, mas apesar de meter medo ela era terrivelmente boa. O seu sonho era transformar aquele castelo num magnífico hotel. Se bem o pensou, melhor o fez. Remodelou o castelo rapidamente e, depois, com as suas teias fez camas, cortinados, candeeiros, sofás e poltronas. Agora era só dar um nome ao hotel. Pensou muito tempo e deu um grito muito alto:

 – Hotel Transilvânia!

 

Era uma vez uma menina que se chamava Marta. Vivia ao pé de um castelo assombrado. Ela ouvia sempre uns gritos assustadores. A menina decidiu ir ver o que a deixava tão assustada. Era uma noite bastante escura. A Marta ligou à sua amiga Samara. Ela pôs música dos anos oitenta para a tentar assustar, mas não conseguiu. A Samara tentou novamente e fez uma poção mágica. Funcionou. A Marta assustou-se. Ouviu um enorme grito. O corredor estava escuro e apareceu um fantasma.  A Marta prometeu não voltar.

 

Era uma vez um menino que foi passear de noite ao castelo do Drácula na Transilvânia, onde viviam os vampiros. Quando chegou, viu alguém mas, como estava muito escuro não se apercebeu que era um vampiro. Entrou, viu muitas portas e decidiu abrir uma delas. Viu um enorme caixão. Só se ouviu um grito muito alto. Foi ver o que se passava. Quando se apercebeu que eram vampiros fugiu a sete pés. Logo disse que o castelo era assombrado. Foi para a cama e sonhou com os vampiros.

Era uma noite escura e aterradora. O inspetor Alexandre viu uma casa assombrada. Dessa casa, ouviu gritos e morcegos. O Alexandre corajoso resolveu entrar e foi até à sala. Estava a descansar, quando ouviu um barulho vindo do andar de cima. O inspetor Alexandre foi ver. Quando chegou ouviu novamente o barulho. Ele gritou assustado e, escondeu-se atrás de um quadro. Quando saiu de lá foi devagarinho ao sítio onde ele ouviu o grito. Esse lugar era escuro. De lá saiu um vampiro e o inspetor aterrorizado fugiu.

 

Era uma vez uma menina chamada Maria que gostava muito do Halloween. Ela via muitos filmes de terror. No dia das bruxas, a Maria estava a ver um filme de terror chamado «Sexta-feira13». Pela primeira vez sentiu-se muito assustada. Depois na sua casa, deitou-se na cama e adormeceu profundamente. Ela sonhou que estava num sítio muito escuro, frio e aterrador! Estava com medo, muito, muito medo. Durante um segundo, ela deu um grande grito. Afinal, era só um sonho. A Maria decidiu nunca mais festejar o Halloween.

Era uma vez um menino que andava a passear e avistou um grupo de homens suspeitos, que seguiram por um trilho desconhecido. O menino decidiu segui-los. O trilho ia ter a um castelo medonho, escuro e assombrado. O menino tinha medo de quase tudo, mas queria tentar superar o seu medo e, entrou. Ao entrar viu uns olhos grandes, brilhantes, virados ao contrário e, nesse instante, deu um enorme grito. Mas as aparências iludem, porque era só um vampiro da idade dele. Acabaram por se tornarem grandes amigos.

 

Era uma vez um menino que resolveu ir ao castelo amaldiçoado, onde existiam 3 palhaços assassinos. Havia uma lenda que dizia que às três da madrugada apareciam os palhaços com machados. Às três horas o menino entrou no castelo.

 – Que assustador! – disse o  menino com medo. Mal entrou ouviu uma voz aterradora.

 – Tem cuidado com os 3 assassinos. Tens de sobreviver. -disse-lhe um deles. Eram 4 horas da madrugada e faltou a luz. De repente ficou escuro. O menino deu um grito.

            – AaaaaaH! Assustado fugiu a sete pés.

 

Certo dia, um menino passou por uma casa assombrada e ouviu gritos e gemidos. Numa noite, o João resolveu ir lá com uma lanterna investigar qual era o mistério. Ao entrar deparou-se com um horrível pesadelo. Havia aranhas, teias e ratos. De repente, ouviu um grito que vinha do andar de cima. Foi até lá e estava muito escuro. No corredor viu vampiros com uns dentes enormes que vinham em direção a ele. O menino pegou na lanterna, apontou-a na direção dos vampiros e queimou-os com a luz.

 

            O Santiago e a Matilde iam ter uma noite de jogos. De repente, ouviram um grande grito.

– O que foi aquilo? – perguntou a Matilde.

– Eu acho que foi a nossa mãe na cozinha. – respondeu o Santiago.  Os dois irmãos foram à cozinha, mas quando chegaram estava tudo escuro.

– Acho que devíamos ir embora daqui! – exclamou a Matilde cheia de  medo. Os dois foram embora, mas no meio do corredor viram um esqueleto de lobisomem. Já de manhã, eles acordaram assustados e aperceberam-se que tinham tido um sonho terrível!

 

Era noite e estava escuro. Na montanha havia uma gruta onde vivia o Monstro da Neve. Um humano estava a escalar a montanha. De repente, nevou. O humano teve de procurar abrigo. Viu a gruta e entrou. O Monstro da Neve apareceu e ele deu um grito. Desceu a montanha rapidamente. Começou a gritar e avisou toda a gente para não subirem àquela montanha.

            – Fujam! Há um Monstro aterrador nesta montanha!

            Mas ninguém acreditou e começaram a rir.  Nesse instante, apareceu o Monstro e toda a gente fugiu.

 

            Era uma vez uma bruxa que andava ao escuro, no meio de uma grande floresta. Certo dia, a bruxinha andou mais um bocado e viu uma casa cheia de meninos. Logo que bateu à porta, os meninos perguntaram:

            – Quem é?

            – Eu sou uma menina que ando perdida na floresta. – respondeu a bruxa. Os meninos abriram a porta e…gritaram assustados.

            – Enganaste-nos, sua bruxinha malvada!

            No dia seguinte, os meninos ouviram um grito arrepiante.

            – Abracadabra!

Nesse instante, as crianças agarraram a bruxinha, prenderam-na dentro da casa e fugiram apressadamente.

 

EB QUINTA DAS FLORES

COISAS MÁGICAS ACONTECEM

Na noite de 31 de outubro, dizem que coisas mágicas acontecem. Boas ou azaradas.

Esse dia é hoje, o que devo esperar?

Surgiu um dia escuro, cheio de relâmpagos e nuvens negras…

Não tinha guarda-chuva e tive que ir a pé até casa.

Ouvi um grito agudo.

Parecia estar atrás de mim.

Virei-me, cheia de arrepios.

Encontrei um ser sem pupilas,

a sair duma caixa preta e pequena.

Ele trancou-me lá dentro e

fiquei lá, solitária, pedindo ajuda…

sim, transformei-me no ser!

Cuidado, podes ser a próxima vítima!

 

UM SONHO

Dias e dias,

Sonhando, sonhando

Pensando, pensando

Imaginando…

Relâmpagos,

Um escuro já mais visto.

Memórias, nunca esqueci.

Uma ilusão, recordarei.

Uma sombra, arrepiante,

De vida própria.

Sei que um dia hei-de acordar.

Um grito, que me chamava atenção.

Para guardar lugar,

Para quando acordar,

Despertar, junto à sombra,

Para continuar, a aterrorizar.

Ser alguém é fácil.

Mas, eu não sou.

Imagina, que estou a ver-te.

E sempre te vi.

Que um fogo me, separou de ti.

Eu sei, mas não me lembro.

Que já vivi,

E viverei.

 

UM SONHO DE ARREPIAR

            Numa noite sem luar, enquanto passeava, ouvi um grito arrepiante atrás de mim. Era uma múmia medonha, daquelas do Egito. Comecei a correr até chegar a minha casa. Estava escuro e cheia de zombis. Era aterrador e eu fiquei apavorada. Fugi dali rapidamente à procura dos meus amigos até chegar ao parque onde brincávamos, mas estava tudo a arder. Continuei a correr e percebi aterrorizada que estava sozinha neste mundo e para sempre. Nesse momento, acordei na minha cama quentinha e fofa, afinal era só um sonho assustador.

 

UMA HISTÓRIA DE ARREPIAR

No dia de Halloween, ao entardecer, já estava escuro um rapaz chamado Kevin dizia aos seus amigos que era destemido, mas eles não concordavam. A noite caiu e o Kevin foi dormir. Repentinamente ouviu um barulho.

– Crack!Crack!

O Kevin acordou e deu um grito: – Ahaahahaah!

Ele saiu da cama, abriu a porta da sala e viu uma sombra atrás do sofá. A medo foi ver e arrastou uma coisa para o tapete quando reparou que era o seu brinquedo- robô, todo estragado. O Kevin gritou mais alto, chamando a mãe. Ainda hoje ninguém sabe como isto aconteceu. Afinal não era destemido!

 

A ARANHA GIGANTE

     Era uma vez uma menina chamada Inês que vivia numa casa sozinha, desde que os seus pais morreram num acidente. Ela estava habituada a viver na solidão. Certo dia, de noite, a luz apagou-se e ficou tudo escuro. A menina teve muito medo ao sentir os fios de uma teia de aranha a enrolarem-se nas pernas e deu um grito arrepiante. Entretanto a luz voltou e ela deparou-se com uma aranha gigante e peluda que lhe sorriu. A partir desse dia a menina nunca mais ficou sozinha!

 

SEXTA-FEIRA

Numa sexta-feira 13, no escuro da noite, ouvia-se a tempestade, um raio muito forte bateu no chão, a luz da sala apagou-se e nós escondemo-nos todos debaixo das mesas. O esqueleto que temos na sala ganhou vida e começou a vir na minha direção. Dei um grito estridente, sem saber o que fazer! Ele começou a apertar-me o pescoço. Queria fugir mas o meu cérebro, que estava aterrorizado, parecia não conseguir comunicar com as minhas pernas. De repente, ouvi a voz da minha mãe. Era ela a acordar-me!

 

HISTÓRIA DE ARREPIAR

Era uma vez um menino chamado Mateo, que vivia numa casa, com a família. Na noite de trinta e um de outubro, acordou de madrugada, com um grito. Estava muito escuro e quase não se conseguia ver. Ele cheio de medo, pensava que era um fantasma! Desceu as escadas em bicos de pés, cheio de coragem, abriu a porta da sala. Quando viu o seu irmão Luís, suspirou… afinal era apenas uma formiga pequenina na perna do Luís! Carinhoso, o Mateo levou o seu irmão para a cama.

 

UMA HISTÓRIA DE ARREPIAR

  Era uma vez,um menino chamado Dejei, ele tinha medo de muitas coisas, algumas que nem existem. No dia do Halloween ele foi comprar presentes. Quando vinha para casa, ao passar numa loja, ouviu um grito estranho e arrepiante. Então, ele espreitou e, apesar de não conseguir ver bem porque estava escuro, ficou muito amedrontado. Tinha-lhe parecido ver uma senhora petrificada a olhar para fantasmas que estavam na parede. Ele correu para casa assustadíssimo. Quando chegou a mãe carinhosamente explicou-lhe que podiam ser imagens de fantasmas projetados na parede.

 

O FANTASMA MISTERIOSO

Em 1999, havia quatro primos que viviam numa casa com a sua família e com o seu cão chamado Ossos. Um dia, ouviram a louça dos armários a mexer-se sozinha e os meninos ficaram assustados. Cheios de medo começaram a correr e viram um fantasma que lhes pregou um susto. Entretanto, ficou muito escuro porque a luz foi abaixo e os primos desataram aos gritos. Por fim, o Ossos aproveitou para morder a cabeça do fantasma que desapareceu na escuridão e todos ficaram seguros novamente.

 

A NOITE DE HALLOWEEN

    Na escola e um amigo disse-me:

– Às três da madrugada é a hora do demónio, ele vai assombrar a tua casa!

Eu não acreditei! Chegou a noite escura sem luar, fui para a cama descontraído quando, de repente, ouvi algo de estranho e disse:

    – Está aí alguém?

Ninguém me respondeu! Entrei em pânico, respirei fundo: – Está tudo bem! Fui para a casa de banho e no espelho estava escrito” Vou-te matar”.Ouvi um grito! Estava escuro, mas consegui fugir! Afinal era uma brincadeira do HALLOWEEN.

 

MARIA E JOÃO NO CASTELO

Num dia muito escuro de Halloween, todos tinham medo que acontecesse algo de muito assustador, mas João e Maria decidiram aventurar-se. Ao longe, avistaram um castelo preto e antigo. Caminharam até ele. Estavam à porta do castelo, quando ouviram um grito assustador. Entraram e alguém desconhecido disse com uma voz baixa e aterradora:

– Andem cá, meus meninos…

João e Maria aproximaram-se e sentiram uma rasteira. Caíram no chão. Desmaiaram. Quando acordaram, olharam à sua volta e estavam em sua casa com o coração a bater muito rápido…

 

HISTORIAS DE ARREPIAR

            Um dia no faroeste, um corajoso cowboy chamado Salvador cavalgava no seu cavalo Cinza. Estava escuro, as sombras ganhavam forma e a pouca luminosidade tornava-as estranhas. Árvores, de braços compridos e pegajosos, estendiam-se a distâncias impossíveis. As rochas viravam monstros inacreditáveis. O vento soltava silvos estridentes e arrepiantes… No céu, desenhava-se uma tempestade de relâmpagos cruéis. O cavalo assustado levantou as patas da frente e o cowboy aterrado deu um grito estridente caindo inanimado:

       -AAAAAAAAiiiiiiii!

Quando despertou já era dia e tudo não passava de um enorme susto!

 

O SUSTO

            Uma vez , numa noite  assustadora de halloween , uma rapariga chamada Sofia andava a passear num jardim, apanhou um grande susto, estava muito escuro e  de repente  ouviu-se  um grito:

            -Ahhhhhh!!!

            A  Sofia começou a fugir com medo. Andou, andou, até que chegou a uma casa abandonada. Quando entrou , a porta fechou-se repentinamente e não a conseguiu abrir. Passado algum tempo, depois de arranjar coragem, virou-se para trás e viu uma sombra.

            -Ahhhhhh!!!- gritou assustadíssima.

                Fugiu novamente, entrou num quarto e saltou  pela janela. Entretanto acordou, era um sonho!

6 de junho de 2016 | As cores da poesia | Dia da Alice!

A poesia vive em todas as línguas e a sua melodia, às vezes numa língua desconhecida, faz-nos vibrar, sentir o timbre do som essencial e integrador do coração.

Hoje, Dia da Alice, vamos ver e ouvir, em várias línguas, as cores e as vozes da poesia!

A BE agradece a todos quantos participaram neste encontro com a(s) voz(es) da poesia, através de cinco alunos, um deles da Ucrânia, da professora de Espanhol (Salamanca – Espanha), da Sr.ª D. Emília e do Encarregado de Educação – Mr. Stephen Moore, (Manchester – Inglaterra), a divulgação emotiva e generosa de Poesia.

 

Stephen Moore | Encarregado de Educação | Inglaterra

“I” am | Patrick Elly, in “Poetic licence : poemas by writers from the Greater Manchester area”; 1987.

Poetry | Di Willams, in “Poetic licence : poemas by writers from the Greater Manchster area”; 1987.

 

Sr.ª D. Emília | Cozinheira do nosso refeitório

As couves, in “Herbário” de Jorge Sousa Braga

Lourdes González | Professora de Espanhol II

 

Poesia de Taras Shevchenko | Ucrânia

A samambaia, in “Herbário” de Jorge Sousa Braga

O vento, in “Herbário” de Jorge Sousa Braga

As árvores e os livros , in “Herbário” de Jorge Sousa Braga

9 de maio – Dia da Europa | Exposição de trabalhos de alunos

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No âmbito do Dia da Europa, comemorado no dia 9 de maio, está patente, de 6 a 13 de maio, na biblioteca e no átrio do bloco A, uma exposição com trabalhos digitais e cartazes realizados pelas turmas do 7.º ano, organizada pela área disciplinar de Geografia, em colaboração da BE.

No dia 9 de Maio de 1950, Robert Schuman apresentou a «Declaração Schuman», uma proposta para a criação de uma Europa organizada, um requisito indispensável para a manutenção da paz na Europa. A «Declaração Schuman» é considerada a rampa de lançamento do projeto europeu e o começo do que é hoje a União Europeia.

O dia 9 de Maio é um símbolo europeu – Dia da Europa- que, juntamente com a bandeira, o hino, a divisa e a moeda única, identifica a identidade Europeia. O Dia da Europa constitui uma oportunidade para desenvolver atividades e celebrações que ajudam à aproximação da Europa aos seus cidadãos e os povos da União entre si.

O Dia da Europa nasceu, oficialmente, no Conselho Europeu de Milão, de 28 e 29 de Junho de 1985 e foi celebrado pela primeira vez em 1986.

Para saber mais, visite o sítio web da União Europeia que ilustram em dispositivos os vários aspetos da UE.

18 de fevereiro de 2016 | Khan Academy | Sessão de apresentação

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Realiza-se na Biblioteca Escolar da EB 2,3 Dr.ª Maria Alice Gouveia, pelas 17:15,  uma sessão de apresentação da plataforma educacional gratuita “Khan Academy”, disponibilizando mais de 1200 vídeo de conteúdos para as disciplinas de Matemática, Física, Química e Biologia, adaptados pela Fundação PT, aos programas curriculares portugueses.

 

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