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22 janeiro de 2014 | Os Lusíadas na voz do Ator e Encenador António M. Fonseca

No desenvolvimento de um projeto estabelecido com o Teatrão (OMT) realizou-se hoje, 22 de janeiro, mais uma apresentação da obra “Os Lusíadas” destinada aos alunos do 9.º ano. A primeira apresentação teve lugar no dia 7 de janeiro, na EB 2,3 Dr.ª Maria Alice Gouveia. Desta vez, a obra épica de Luís Vaz de Camões esteve na Biblioteca Escolar da Escola EB 2,3 de Ceira também pela voz do ator e encenador António Fonseca que entoou, em “falação” constante, excertos desta obra identitária de Portugal, introduzindo, de permeio e em diálogo com os alunos, comentários por vezes de forma satírica e humorística, além de referências reveladoras e esclarecedoras dos significados e da contemporaneidade de “Os Lusíadas”, com um sorriso encorajador a novos sentidos. Foi uma manhã em que se aprendeu, refletiu e sorriu e em que até o desafio de oferecer um pouco de “Os Lusíadas” para os encarregados de educação foi efetuado pelo ator. No final, realizou-se uma sessão de autógrafos.Esta atividade foi o resultado da articulação entre a área disciplinar de Português e a Biblioteca Escolar.

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22 de janeiro 2014 | Encontro com “Os Lusíadas” na voz do Ator António Fonseca

No próximo dia 22 de janeiro, pelas 10:15 e dirigida aos alunos de 9.º ano, a obra épica de Luís de Camões vai , pela segunda vez, ao Agrupamento de Escolas Coimbra Sul, pois no dia 7 de janeiro já estivera na EB 2,3 Dr.ª Maria Alice Gouveia. Desta vez, será na Biblioteca Escolar da Escola EB 2,3 de Ceira que a voz do ator e encenador António Fonseca entoará, em “falação” constante, excertos desta obra identitária de Portugal, introduzindo, de permeio e em diálogo com os alunos, comentários por vezes de forma satírica e humorística, e referências muito pertinentes e esclarecedoras dos significados e da contemporaneidade de “Os Lusíadas” com um sorriso encorajador a novos sentidos. Esta atividade é desenvolvida através da articulação entre a área disciplinar de Português e a Biblioteca Escolar.

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Um ator sozinho em palco, a dizer Os Lusíadas de cor e salteado, é quase como um poeta a salvar o manuscrito das águas do Índico, depois de um naufrágio.
Faltam palavras para descrever o acontecimento que é escutar Os Lusíadas ditos. Mais do que a literatura, emerge a consciência de Camões, capaz de capturar um ponto de viragem da história de Portugal, o reinado de D. Sebastião, ao mesmo tempo que recapitula os pontos anteriores dessa história. António Fonseca faz acompanhar a récita do texto integral com histórias, comentários e referências que vão revelando os significados ocultos da obra e contextualizando o interesse e importância de Os Lusíadas hoje, no dealbar de mais um século.
Depois da estreia na Capital Europeia da Cultura, em Guimarães, e das apresentações no Centro Cultural de Belém e São Luiz, em Lisboa, Os Lusíadas chegam a Coimbra, onde António Fonseca começou por apresentar um a um os cantos do poema. A todos os cantos de Coimbra: os versos não serão ouvidos apenas n’O Teatrão. Dublin tem o seu dia de dizer Joyce e Espanha o dia de dizer Cervantes. Pois a Lusa Atenas terá semanas de Camões, um pouco por toda a parte.

A lenda de um Luís Vaz de Camões boémio e eterno apaixonado começa a contar-se por Coimbra, onde o poeta terá estudado os clássicos e sofrido as primeiras coitas de amor. Agora que o ator António Fonseca se prepara para dizer os dez cantos de Os Lusíadas, uma tarefa homérica, hercúlea e ciclópica, nada como recordar o lado humano tanto do poeta quanto do ator, que tornam tão impressionantes estas duas aventuras: a de escrever os 8816 versos de Os Lusíadas, e a de dizer de cor os 8816 versos de Os Lusíadas. O Teatrão, a SUL (em parceria com a Roughcut) e António Fonseca convidam toda a cidade para revisitar Os Lusíadas a partir de um ponto de vista muito diferente do habitual: o das pessoas comuns, que nunca leram senão algumas estrofes do poema. Por isso, começamos com uma série de visitas a tascas tradicionais de Coimbra, onde se podem comer petiscos os mais variados, entremeados com poesia, e seguimos com a apresentação de antologias do poema em escolas secundárias e na Casa da Escrita (numa parceria com o Centro de Estudos Camonianos da Universidade de Coimbra), para culminar no dia da récita com a participação no espetáculo de dezenas de amigos e espetadores, que vão dizer o último canto de Os Lusíadas em conjunto com o ator.

 in: http://www.oteatrao.com/em-cena/os-lus%C3%ADadas-em-coimbra-1/

Os Nossos Escritores! | O Menino que se chamava Menino

 Menino que se chamava Menino

Era uma vez um Menino

Que se chamava Menino

O pobre menino era pequenino

Era Menino, era rapazinho

Era tão pequenino que vivia num ninho

Pobre menininho,

Era tão pequenino que vivia sozinho

Sentia-se triste…

Vivia sem alguém

Mas mesmo assim, não desiste

Um dia o Menino

Ficou farto de estar sozinho

Então, decidiu ter um amiguinho

Ficou bem o Menininho

Agora, com um amiguinho

Assim já não está sozinho.

Beatriz Rosa

                                                                                                                         5ºD

12 de novembro de 2013 | Mundo Brilhante na nossa escola

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Vão decorrer, no próximo dia 12 de novembro, 5 sessões de sensibilização para a leitura das obras “O cavaleiro da Dinamarca” de Sophia de Mello Breyner Andresen (7.º ano)  e “O Fantasma de Canterville” de Oscar Wilde (9.º ano).

As sessões serão dinamizadas pelo director pedagógico do projeto “Mundo Brilhante” –  Dr. Alfredo Leite, psicólogo educacional.

Esta atividade é organizada pela área disciplinar de Português em colaboração com a Biblioteca Escolar.

Calendarização

10:15-11:00 | 9ºA +9ºD

12:00-12:45 | 7ºA +7ºC

12:45-13:30 | 9ºC + 9ºB

14:30-15:15|7ºD + 7ºF

15:30-16:15 |7ºE + 7ºB

19 de abril 2012 | Encontro com José Craveiro e Mónica Gomes | 7º Ano | LP e PLNM

6ºD | Se os bichos fossem gente? | EntreContos

A Inês Lage apresentou este livro aos seus colegas na atividade trimestral “EntreContos – Partilha de leituras” e como a leitura é como as cerejas, os seus colegas também colaboraram, escrevendo e desenhando outros animais que, no dia a dia, também poderão usar roupas e objetos que pertencem ao mundo dos seres humanos! Vamos “e-ler”?