Olimpíadas da Cultura Clássica! | EB 2,3 Alice Gouveia | EB 2,3 de Ceira

As Olimpíadas da Cultura Clássica são um concurso dirigido aos alunos dos ensinos básico e secundário. Pretende-se estimular o conhecimento e a curiosidade com desafios que apelam à escrita, à expressão artística e ao domínio de ferramentas digitais.
As EB 2,3 Alice Gouveia (3.º Ciclo) e EB 2,3 de Ceira (2.º Ciclo) aderiram com entusiasmo a esta iniciativa que apresentou duas modalidades: um desafio de Arte/Multimédia e uma prova escrita sobre Mitologia Clássica. As duas escolas participaram no primeiro desafio, realizando trabalhos multimédia, utilizando várias ferramentas digitais e, na EB 2,3 Alice Gouveia, realizaram o desafio escrito proposto pela comissão organizadora desta iniciativa.

O júri reunido, selecionou os três melhores trabalhos de cada modalidade e escola, felicitando todos os alunos que participaram nesta aventura em torno da Mitologia Clássica!

 

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27 de abril de 2018 | Encontro com o Escritor José António Franco! | BE da EB 2,3 de Ceira

 

O poeta José António Franco vem à BE da EB 2,3 de Ceira no dia 27 de abril para um Encontro com o Escritor, dirigido a todas as turmas dos 5.º  e 6.º anos, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa em articulação com a BE.

Vamos revisitar o nosso Escritor?

JOSÉ ANTÓNIO FRANCO, nasceu em Coimbra em 1951.

Licenciado em Filologia Germânica, professor de inglês; formador de professores, educadores e bibliotecários; poeta e ficcionista, tem-se dedicado à didáctica da poesia, trabalhando essencialmente com crianças e jovens dos Ensinos Básico e Secundário com quem partilha o prazer de ouvir e dizer o poema.

Bolseiro Fulbright (pela Comissão Cultural Luso-Americana), na State University of New York, College at Potsdam, 1979.

Galardoado no Prémio Alves Redol de Revelação de Conto, Vila Franca de Xira, 1990. Venceu o X Prémio de Conto Joaquim Namorado, Figueira da Foz, 1993.

Em 1997 foi galardoado pelo Instituto de Inovação Educacional no Concurso “Experiências Inovadoras no Ensino” pelo projecto A Poesia como Estratégia.

Em 2002 fundou “Os Jograis da Bonifrates”.

 

PUBLICAÇÕES DO AUTOR (além de textos dispersos em blogs, jornais e revistas nacionais, galegas e brasileiras)

POESIA

Véspera Tardia, poemas, Coimbra, 1986, assinado com o pseudónimo de António Simões;
Pedra Fecunda, poemas, Coimbra, 1987;
Paisagem sem Noite, poemas, colecção Poesia, Livraria Minerva, Coimbra, 1993;
Verso a Verso (PNL), Antologia Poética, com Textos de Luísa Ducla Soares, José Manuel Ribeiro, Vergílio Alberto Vieira, Amadeu Baptista, Nuno Higino e Francisco Duarte Mangas, ilustrações de João Concha, Editora Trinta Por Uma Linha, Porto, 2009;
Versos de Respirar (PNL), Calendário de Letras, 2009;
Rimas e Castanholas, Trinta Por Uma Linha, Porto, 2012;
Verso a Verso, Antologia Poética, tradução para o castelhano de Maria del Sol Peralta, Panamericana Editorial, Bogotá, Colômbia, 2013;
25 de Abril 40 Anos de Liberdade, Antologia, Trinta Por uma Linha, Porto, 2013;
Barricadas de Estrelas e de Luas, Antologia Poética no Centenário da Primeira Grande Guerra organizada por João Manuel Ribeiro, Tropelias e Companhia, Porto, 2013;
Pandeiretas, Cornetins e Rimas Assins (PNL), Trinta Por uma Linha, Porto, 2014;
Caderno Tolo de Versos sem Miolo, Livros do Corvo, Vila Nova da Barquinha, 2017;
Rimas e Castanholas (2ª edição), Livros do Corvo, Vila Nova da Barquinha, 2017, Versos de  Respirar, (2.ª edição), Livros do Corvo, Vila Nova da Barquinha, 2018;
Os Direitos da CriançaAntologia organizada por João Manuel Ribeiro, Trinta Por Uma Linha, Porto, 2018.

PROSA:

Histórias e Morais, Coimbra, 1992; “O Frigorífico”, in Contos Premiados, X Prémio Joaquim Namorado, Câmara Municipal da Figueira da Foz, 1996;
“Corpinteiro”, in Crónica Jornalística — Século XX, antologia organizada por Fernando Venâncio, Círculo de Leitores, 2004; Histórias e Morais, Pé de Página, Coimbra, 2005;
O Melro Envergonhado (PNL), Lápis de Memórias, Coimbra, 2011;
O Lobinho (PNL), Lápis de Memórias, Coimbra, 2016;

A Cegonha Maquinista, Livros do Corvo, Vila Nova da Barquinha, a sair brevemente.

ENSAIO

— “A poesia como estratégia”, in José António Franco et alExperiências Inovadoras no Ensino: inovação pedagógica, colecção Práticas Pedagógicas, nº 6, Instituto de Inovação Educacional, Lisboa, 1998;
A Poesia como Estratégia, Campo das Letras, colecção Campo da Educação, Porto, 19991;
A Poesia como Estratégia, Tropelias & Companhia, Porto, 2012 (obra de referência para a implementação do programa de Português do Ensino Básico).

De que cores são feitas as nossas leituras? | AE Coimbra Sul | Mural Pictórico

Agora que já viste o Padlet com as várias leituras dos participantes, aqui está a construção do mural  “De que cores são feitas as nossas leituras”, representado por um livro aberto com os produtos pictóricos que, em cada biblioteca escolar, foram  imaginados pelos vários participantes da nossa comunidade educativa.

Vamos ver de que cores são feitas as nossas leituras?

JI

Mural_CEQFLORES_JI

JI Quinta das Flores

1.º Ciclo

Mural_EBQFLORES_1CEB

EB Quinta das Flores

Mural_EBNMATOS_1CEB_2

Mural_EBNMATOS_1CEB_1

EB Norton de Matos

2.º Ciclo | 3.º Ciclo | Comunidade Educativa

EB 2,3 Alice Gouveia

De que cores são feitas as nossas leituras? | AE Coimbra Sul | Padlet

Ao longo dos meses de fevereiro e março vários foram os elementos da comunidade educativa que partilharam algumas das suas leituras, respondendo ao desafio proposto pela BE!

Vê no mural digital (Padlet) todas as escolhas dos que participaram nesta iniciativa!

No 3.º período, vamos dar acesso através de um link que permitirá que as nossas partilhas de leitura continuem  até ao fim do ano letivo.Não te esqueças de participar!

Vamos ver de que cores são feitas as nossas leituras?

JI

Made with Padlet

1.º CEB

Made with Padlet

2.º CEB 

Made with Padlet

3.º CEB  

Made with Padlet

Comunidade educativa

Made with Padlet

 

 

28 de março de 2017 | Encontros + com Francisco Gil | BMC | 6.º D

5 de julho de 2016 | Aniversário de Mia Couto!

mia couto

Não Sabemos Ler o Mundo

Falamos em ler e pensamos apenas nos livros, nos textos escritos. O senso comum diz que lemos apenas palavras. Mas a ideia de leitura aplica-se a um vasto universo. Nós lemos emoções nos rostos, lemos os sinais climáticos nas nuvens, lemos o chão, lemos o Mundo, lemos a Vida. Tudo pode ser página. Depende apenas da intenção de descoberta do nosso olhar. Queixamo-nos de que as pessoas não lêem livros. Mas o deficit de leitura é muito mais geral. Não sabemos ler o mundo, não lemos os outros.

Vale a pena ler livros ou ler a Vida quando o acto de ler nos converte num sujeito de uma narrativa, isto é, quando nos tornamos personagens. Mais do que saber ler, será que sabemos, ainda hoje, contar histórias? Ou sabemos simplesmente escutar histórias onde nos parece reinar apenas silêncio?

Mia Couto, in ‘E Se Obama Fosse Africano?’

A revisitar no Portal da Literatura!

Cervantes y la leyenda de don Quijote | i Canal historia!

En 2016 se conmemora el IV Centenario de la muerte de Cervantes!

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