25 de abril de 1974 – 2018 | Abril Sempre! – Matilde Peça | Painel – José António Franco

Abril Sempre!

“Deslizar de emoções
Silêncios acabados
Carimbos da censura arrasados
Liberdade acontecida
E no peito o querer
De uma nova aurora
Onde o brilho de abril
Aconteça em cada dia
Num arco-íris de esperança…”

Matilde Peça

 

Painel

 

Sonho?

— Não!

Canto?

— Não! Já vivo.

Vivo o sonho do meu canto!

 

     José António Franco​

  

​    Coimbra, 25 de Abril de 1974           

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17 de abril de 2018 | Encontro com o Escritor José António Franco! | BE da EB 2,3 Alice Gouveia

O poeta José António Franco vem mais uma vez à BE da EB 2,3 Alice Gouveia no dia 17 de abril para um Encontro com o Escritor, dirigido a todas as turmas do 5.º ano no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa em articulação com a BE.

Vamos revisitar o nosso Escritor?

JOSÉ ANTÓNIO FRANCO, nasceu em Coimbra em 1951.

Licenciado em Filologia Germânica, professor de inglês; formador de professores, educadores e bibliotecários; poeta e ficcionista, tem-se dedicado à didáctica da poesia, trabalhando essencialmente com crianças e jovens dos Ensinos Básico e Secundário com quem partilha o prazer de ouvir e dizer o poema.

Bolseiro Fulbright (pela Comissão Cultural Luso-Americana), na State University of New York, College at Potsdam, 1979.

Galardoado no Prémio Alves Redol de Revelação de Conto, Vila Franca de Xira, 1990. Venceu o X Prémio de Conto Joaquim Namorado, Figueira da Foz, 1993.

Em 1997 foi galardoado pelo Instituto de Inovação Educacional no Concurso “Experiências Inovadoras no Ensino” pelo projecto A Poesia como Estratégia.

Em 2002 fundou “Os Jograis da Bonifrates”.

 

PUBLICAÇÕES DO AUTOR (além de textos dispersos em blogs, jornais e revistas nacionais, galegas e brasileiras)

POESIA

Véspera Tardia, poemas, Coimbra, 1986, assinado com o pseudónimo de António Simões;
Pedra Fecunda, poemas, Coimbra, 1987;
Paisagem sem Noite, poemas, colecção Poesia, Livraria Minerva, Coimbra, 1993;
Verso a Verso (PNL), Antologia Poética, com Textos de Luísa Ducla Soares, José Manuel Ribeiro, Vergílio Alberto Vieira, Amadeu Baptista, Nuno Higino e Francisco Duarte Mangas, ilustrações de João Concha, Editora Trinta Por Uma Linha, Porto, 2009;
Versos de Respirar (PNL), Calendário de Letras, 2009;
Rimas e Castanholas, Trinta Por Uma Linha, Porto, 2012;
Verso a Verso, Antologia Poética, tradução para o castelhano de Maria del Sol Peralta, Panamericana Editorial, Bogotá, Colômbia, 2013;
25 de Abril 40 Anos de Liberdade, Antologia, Trinta Por uma Linha, Porto, 2013;
Barricadas de Estrelas e de Luas, Antologia Poética no Centenário da Primeira Grande Guerra organizada por João Manuel Ribeiro, Tropelias e Companhia, Porto, 2013;
Pandeiretas, Cornetins e Rimas Assins (PNL), Trinta Por uma Linha, Porto, 2014;
Caderno Tolo de Versos sem Miolo, Livros do Corvo, Vila Nova da Barquinha, 2017;
Rimas e Castanholas (2ª edição), Livros do Corvo, Vila Nova da Barquinha, 2017, Versos de  Respirar, (2.ª edição), Livros do Corvo, Vila Nova da Barquinha, 2018;
Os Direitos da Criança, Antologia organizada por João Manuel Ribeiro, Trinta Por Uma Linha, Porto, 2018.

PROSA:

Histórias e Morais, Coimbra, 1992; “O Frigorífico”, in Contos Premiados, X Prémio Joaquim Namorado, Câmara Municipal da Figueira da Foz, 1996;
“Corpinteiro”, in Crónica Jornalística — Século XX, antologia organizada por Fernando Venâncio, Círculo de Leitores, 2004; Histórias e Morais, Pé de Página, Coimbra, 2005;
O Melro Envergonhado (PNL), Lápis de Memórias, Coimbra, 2011;
O Lobinho (PNL), Lápis de Memórias, Coimbra, 2016;

A Cegonha Maquinista, Livros do Corvo, Vila Nova da Barquinha, a sair brevemente.

ENSAIO

— “A poesia como estratégia”, in José António Franco et al, Experiências Inovadoras no Ensino: inovação pedagógica, colecção Práticas Pedagógicas, nº 6, Instituto de Inovação Educacional, Lisboa, 1998;
A Poesia como Estratégia, Campo das Letras, colecção Campo da Educação, Porto, 19991;
A Poesia como Estratégia, Tropelias & Companhia, Porto, 2012 (obra de referência para a implementação do programa de Português do Ensino Básico).

9 de março de 2018 | Palestra – Prof. Doutora Isaltina Martins – Presença dos Clássicos n’ “Os Lusíadas” | Programa Clássicos em rede | Parceria

No próximo dia 9 de março vai decorrer, na Biblioteca Escolar da EB 2,3 de Ceira, uma Palestra subordinada ao tema Presença dos Clássicos n’ “Os Lusíadas”, dinamizada pela Prof. Doutora Isaltina Martins, Presidente da Associação de Professores de Latim e Grego, destinada a turmas do 9.º ano, numa organização e articulação da BE e da área disciplinar de Português.

 Esta iniciativa resulta do programa Clássicos em rede desenvolvido, em parceria, pela Rede de Bibliotecas Escolares, pelo Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (CEC-FLUL) e pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra – Instituto de Estudos Clássicos, que também é uma das parcerias neste projeto.

EB 2,3 de Ceira – 12:00 – 12:45 –  9.º AB | 9.º BC

Bom Ano de 2018! | Receita de Ano Novo

RECEITA DE ANO NOVO
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummond de Andrade

6 de junho de 2016 | As cores da poesia | Dia da Alice!

A poesia vive em todas as línguas e a sua melodia, às vezes numa língua desconhecida, faz-nos vibrar, sentir o timbre do som essencial e integrador do coração.

Hoje, Dia da Alice, vamos ver e ouvir, em várias línguas, as cores e as vozes da poesia!

A BE agradece a todos quantos participaram neste encontro com a(s) voz(es) da poesia, através de cinco alunos, um deles da Ucrânia, da professora de Espanhol (Salamanca – Espanha), da Sr.ª D. Emília e do Encarregado de Educação – Mr. Stephen Moore, (Manchester – Inglaterra), a divulgação emotiva e generosa de Poesia.

 

Stephen Moore | Encarregado de Educação | Inglaterra

“I” am | Patrick Elly, in “Poetic licence : poemas by writers from the Greater Manchester area”; 1987.

Poetry | Di Willams, in “Poetic licence : poemas by writers from the Greater Manchster area”; 1987.

 

Sr.ª D. Emília | Cozinheira do nosso refeitório

As couves, in “Herbário” de Jorge Sousa Braga

Lourdes González | Professora de Espanhol II

 

Poesia de Taras Shevchenko | Ucrânia

A samambaia, in “Herbário” de Jorge Sousa Braga

O vento, in “Herbário” de Jorge Sousa Braga

As árvores e os livros , in “Herbário” de Jorge Sousa Braga

Amar pelos dois | Salvador Sobral ganhou o Festival da Eurovisão 2017

Muitos parabéns Salvador Sobral e Luísa Sobral, a compositora e irmã – a Arte na melodia, nas palavras… no coração!

Amar pelos dois

Se um dia alguém perguntar por mim
Diz que vivi p’ra te amar
Antes de ti, só existi
Cansado e sem nada p’ra dar

Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez devagarinho possas voltar a aprender

Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez devagarinho possas voltar a aprender

Se o teu coração não quiser ceder
Não sentir paixão, não quiser sofrer
Sem fazer planos do que virá depois
O meu coração pode amar pelos dois

Clique sobre a imagem para ver o vídeo!

 

27 de abril, 5 e 8 de maio de 2017 | Encontro com José António Franco

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